Itaú de Minas, 17 de dezembro de 2017 Ajuda | Dúvidas Frequentes | Mapa do Site | Fale Conosco | Pesquisa:

Itaú de Minas realiza Inquérito Entomológico

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A vigilância epidemiológica, através da Secretaria Municipal de Saúde informa que no período de 08 à 11/05/2017 foi realizado na cidade o Inquérito Entomológico, que trata da captura de Flebotomíneos, que são os vetores transmissores das Leishmaniose Viceral e Tegumentar.

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Este inquérito é realizado com armadilhas de fonte luminosa instaladas no período noturno em 4 residências de diferentes bairros, pelo período de 3 noites consecutivas, tendo em todas as armadilhas o resultado negativo para a captura das espécies transmissoras das doenças.

A instalação das armadilhas ficou por conta do funcionário Rodrigo Freitas, sob a supervisão técnica e avaliação das armadilhas da referência técnica da SRS Passos, através do Supervisor Gilmar Brasilit do setor de Endemias.

A doença

A leishmaniose é uma doença crônica, de manifestação cutânea ou visceral (pode-se falar de leishmanioses, no plural), causada por protozoários flagelados do gênero Leishmania, da família Trypanosomatidae.

O calazar (leishmaniose visceral) e a úlcera de Bauru (leishmaniose tegumentar americana) são formas da doença.

As várias formas de leishmaniose podem ser zoonoses ou antroponoses, ou mesmo antropozoonoses. A forma visceral existente no Brasil e em Portugal é uma zoonose comum ao cão e ao Homem. É transmitida ao Homem pela picada de fêmeas de insetos dípteros flebotomíneos, que compreendem o gênero Lutzomyia (chamados de “mosquito palha” ou birigui, no continente americano) e Phlebotomus (no chamado Velho Mundo: Europa, África e Ásia).